História

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-Florestal - sua História

 

 

Presume-se datar do século XVIII o início da civilização nas terras hoje ocupadas por Florestal. Nesta época era intensa a movimentação de Bandeirantes Paulistas, que se dirigiam às Minas de Pitangui. À procura de metais preciosos, os Bandeirantes abriam caminhos e fundavam povoados. No roteiro que acompanha o Rio Paraopeba, os aventureiros iam abrindo picadas em busca de ouro, deixando trilhas e povoados ao longo desse percurso.

Florestal recebeu inicialmente o nome de Guarda-Mor Salles, em homenagem ao primeiro morador e fundador que, em 1845, chegou ás terras virgens e inexploradas, localizadas à esquerda do Rio Paraopeba. Sua residência foi à primeira edificação da cidade e localizava-se na margem esquerda do Ribeirão das Lages, tendo sido demolida no ano de 1941. Atualmente neste local está à sede do Fluminense Esporte Clube.

Guarda-Mor Salles pertencia ao Distrito de Mateus Leme, que por sua vez pertencia ao Município e à Comarca de Pará de Minas. Tanto eclesiasticamente como judicialmente a população dependia de Mateus Leme.

Entretanto, somente em 1911 é que o povoado de Guarda-Mor Salles foi elevado a Distrito e então passou a se chamar Florestal.

A Lei nº 556, de 1911, elevou a Povoação de Guarda-Mor a Distrito e desmembrou seu território do município de Mateus Leme, anexando-o ao de Pará de Minas, passando o seu nome a “Florestal”, devido à existência de grandes florestas na região. O principal líder para a criação do Distrito foi o Sr. Cristiano Alves Ferreira de Melo.

Florestal foi emancipada na categoria de cidade em 30 de dezembro de 1962, pela Lei nº 2.764, anexo sob o número 261 da Lei Municipal da Câmara de Pará de Minas, Comarca a que ainda se subordina.

A instalação do município aconteceu no dia 1º de março de 1963, sendo o primeiro Prefeito (intendente), nomeado pelo Governador do Estado, o Sr. Altino Duarte Marinho, que foi também o primeiro farmacêutico.

Situa-se à margem esquerda do Rio Paraopeba, tomando como base o curso natural das águas e ocupa uma área de 156 km.

Está a 68 km da Capital Mineira (Belo Horizonte) e limita-se a norte e a leste com Esmeraldas, sendo sua divisão o Córrego Candonga; ao sul e a oeste com Pará de Minas, sendo sua divisão o Córrego das Contendas; ao leste com Mateus Leme e Juatuba.

 

Os Primeiros Habitantes

 

Em busca de melhores condições de vida, aqui chegaram os primeiros ousados e valentes habitantes de Florestal.

Foram eles:

Guarda-Mor Salles, Elias Lopes, Joaquim Francisco Lopes (o Joaquim do Padre), Antônio Pedro, Francisco Luiz da Silva (Chico Marinheiro), a numerosa família Gonçalves Rios, Serafim Ribeiro, a família Francisco Rodrigues, João Pereira (Nego do Sr. Camilo) que foi o último morador da casa construída por Guarda-Mor Salles, a família dos Caladinhos, a família do Sr. Antônio Delfino, Eliseu, Alfredo Andrade, Jovelino Faria e seus irmãos, Cristiano Ferreira de Melo, Fontenelle Alves Ferreira de Melo, Sérgio (pai de José Fuzarca).

 

O Governador Benedito Valadares: de nossa região para o Brasil

 

Nasceu na Fazenda Machadão, hoje Fazenda Cachoeira, município de Florestal, em 04/12/1892. Era filho de Domingos Justino Ribeiro e Antônia Valadares Ribeiro. Formou-se em Odontologia em 1914, pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mas não chegou a exercer a profissão de dentista. Graduou-se bacharel em Direito em 1920, pela Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro. Advogou em Pará de Minas por mais de dez anos.

Casou-se em 04 de janeiro de 1922 com D. Odete Maldonado Pinto Valadares Ribeiro, com quem teve duas filhas: Lúcia e Helena.

Integrou o primeiro corpo docente do Ginásio Paraense, estabelecimento de ensino secundário, instalado naquela cidade em 1930.

Iniciou-se na vida pública em janeiro de 1922, como Vereador e Prefeito Municipal de Pará de Minas. Em 1933, elegeu-se Deputado Nacional e em 1935 foi eleito Governador do Estado pela Assembléia Constituinte, que era composta por personalidades da maior envergadura, tendo obtido a unanimidade dos votos do Partido Progressista. Venceu duas eleições majoritárias e foi Senador da República, por Minas Gerais, de 1955 a 1971.

Benedito Valadares faleceu no dia 02 de março de 1973, no Rio de Janeiro, aos 81 anos de idade, e foi enterrado no Cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte.

No dia 02 de março de 1979, seus restos mortais foram transportados para Pará de Minas e se encontram no Cemitério de Santo Antônio.

A rua principal da cidade tem o nome de um ilustre homem público: Benedito Valadares. Nascido na Fazenda Cachoeira, no município de Florestal, em 1892, foi Governador do Estado de Minas Gerais no ano de 1935, Deputado Federal em 1946 e Senador em 1954.

 

Fazenda Cachoeira

Ponto de Encontro com a Cultura Mineira

Ao ouro das gerais seguiu o café, enumerando os ciclos econômicos vividos no Brasil. Nas minas, modelou-se um barroco original que perdura milagrosamente em suas diversas cidades.

A grande base barroca sedimentada nos primórdios da mineração consagra os mananciais eruditos da arte mineira. O barroco é a marca que se imprime na arte de minas, no som, na cor, no gesto, no espírito de Minas Gerais. Dentro da história do “Ciclo do Ouro”, a Fazenda Cachoeira contribuiu como um elo entre Itatiaiuçú, Mateus Leme e Pitangui, seguindo obrigatoriamente o trajeto das bandeiras, pelos desbravadores oriundos de São Paulo, com o intuito de explorar o ouro das referidas regiões. Por isso, foi construída como pousada aos “mineiros”.

A grandeza do ouro e o esplendor das pedras preciosas tornaram o “mineiro” amante do belo e da poesia, tornando a Fazenda Cachoeira um largo vínculo cultural-artístico dessa memoriável história da arquitetura barroca.

Dados Históricos da Fazenda Cachoeira

 

Construída no ano de 1817, pelos escravos, vivenciando por setenta e um anos, décadas de escravidão. Produtora de leite, café e algodão. Berço de nascimento do ilustre mineiro que despontou na política nacional, Benedito Valadares. Serviu como cenário para a produção do filme: “Condenada por um desejo”, com o ator Tony Vieira, na década de 80. Atualmente, preserva características, valorizando o contexto histórico-cultural mineiro.

Sua sede obedece ao característico estilo barroco, um enorme casarão com 936 m2 de área construída em madeira, barro e pedra; doze quartos, com seus respectivos banheiros; um amplo salão de visitas; um salão de jantar; refeitório ao estilo das grandes casas mineiras; uma cozinha, com uma despensa; em seu interior grande acervo de um mobiliário colonial, que revela um ambiente agradável de uma casa rural mineira.

Na época dos escravos quando as esposas dos coronéis guardavam resguardo dos filhos os maridos eram obrigados a dormirem em outro quarto. Diante desta situação eles tinham que se virar então mandou construir uma passagem secreta no quarto onde ficava que dava direto com a senzala, fato que muitas escravas tinham filhos brancos.

O Processo Político

Até o ano de 1910, os moradores de Guarda-Mor Salles dependiam juridicamente de Mateus Leme.

Com a criação do Distrito em 30 de agosto de 1911, três anos depois, Florestal realizou a sua primeira eleição em 24 de junho de 1914, quando foram eleitos pelo voto direto os Vereadores, o Juiz de Paz e o Presidente da Câmara que era também o Chefe do Executivo, cargo que exerceu por 16 anos consecutivos, sempre disputando com o Major Coutinho e outros, até a Revolução de 30. O primeiro Chefe do Executivo foi o Cel. Torquato de Almeida, cargo que equivale hoje ao de prefeito. Ele exerceu o mandato durante 16 anos.

Florestal foi emancipada em 30 de dezembro de 1962, pela Lei nº 2764, anexo sob o nº 261 da Lei Municipal da Comarca de Pará de Minas. O autor do projeto foi o Dr. Wilson de Melo Guimarães. Florestal tinha 3 (três) Vereadores: Derci Alves Ribeiro, Rachid Saliba e José Gonçalves de Oliveira.

A primeira eleição direta foi em 30 de junho de 1963, quando foi eleito o Sr. Cristiano Alves Ferreira de Melo Neto, empossado no dia 30 de agosto do mesmo ano. O seu Vice-Prefeito foi o Sr. Antônio de Souza (Ratinho). Os componentes da primeira Câmara de Vereadores foram: Dercy Alves Ribeiro, 1º Presidente da Câmara; José Gonçalves de Oliveira, Vice-Presidente; Aristides Alves Pimenta, Secretário; José Gabriel Gonçalves; Miguel Rodrigues da Silva; Evaristo Moreira Diniz; Expedito Moreira da Silva; Geny Alves Fraga Dias e o Sr. Antônio Patrício.

 

 

Igreja Matriz

 

A primeira capela de Florestal, a Capela Nossa Senhora do Rosário situava-se onde é hoje a casa do Sr. João Amado.

Como Florestal não venerava outro santo, faziam-se festas em homenagem a Nossa Senhora do Rosário.

O fundador da capela de Nossa Senhora do Rosário foi o Sr. Chico Alves. Ele era pai de Dona Alzira.

A outra capela foi construída por Elias Lopes, era de madeira e barro. A terceira Capela foi feita de tijolos e foi construída pelo povo, na época do Vigário Padre Davi. A atual, que é a Matriz foi feita com a ajuda do povo e do Vigário Hermenegildo Vilaça, sucessor de Padre Davi.

Todas as Igrejas foram feitas no mesmo local (aproximadamente), exceto a primeira capela, com pequenas variações.

A capela de São Sebastião foi construída em 1941 pelo Sr. José Arcebispo da Silva com a ajuda de toda a comunidade. Tornou-se Paróquia pelas mãos do Reverendíssimo Bispo Dom Cristiano Portela de Araújo Pena. Gozando de todos os direitos e privilégios das igrejas paroquiais, possuindo Pia Batismal, conservando seus livros paroquiais e pertencendo à Diocese de Divinópolis.

 

Evolução Econômica

 

As primeiras fazendas do município de Florestal eram movimentadas por escravos, algumas possuíam grandes engenhos de cana, movidos à água, tendo como maiores atividades econômicas: o  açúcar, a rapadura, a engorda de porcos, cachaça, algodão e cereais diversos. Essas produções eram transportadas por tropas de burros e carros de bois para os grandes centros consumidores. Após a libertação dos escravos no ano 1888, houve uma grande paralisação no setor agrícola, por falta de mão-de-obra. Ao serem reiniciadas as atividades agrícolas, houve o acréscimo das culturas de café e do algodão. O município de Florestal chegou a ter uma grande produção desses dois produtos e contava naquela época com quatro máquinas de beneficiamento.

 

Florestal foi também um grande produtor de madeira de lei, tendo fornecido madeira para a construção da capital do Estado: Belo Horizonte. Produziu ainda, cristal de rocha e ouro.

 

Atualmente a pecuária leiteira e de corte, criação de aves, ovos, a produção de hortifrutigranjeiros, o comércio varejista, as pequenas indústrias e microempresas são as principais atividades econômicas que movimentam o município. A fruticultura também tem seu papel de destaque.

 

A pecuária leiteira, de corte, o comércio varejista, a produção de hortifrutigranjeiros, as pequenas indústrias e microempresas são as principais atividades econômicas que movimentam o município.

Há algum tempo um novo tipo de fruticultura vem sendo desenvolvida em Florestal – a plantação de uvas com exportação de mudas e tecnologia.

O clima é favorável – sol e calor o ano inteiro – resultando em duas safras anuais – julho e agosto / novembro e dezembro – gerando mais de 100 (cem) empregos.

E ainda produzem a pinga de uva.

 

Comércio

 

O comércio de Florestal é pequeno, e é pouco desenvolvido porque a maioria dos habitantes dá preferência para o comércio de Belo Horizonte e, principalmente, Pará de Minas, esquecendo-se da importância do ICMS, que poderia ser revertido em melhorias para o município.

No comércio destacam-se: papelaria, farmácias, locadoras de filmes, bares e restaurantes, clubes, sacolões, salões de beleza, supermercados, lanchonetes, açougues, depósitos de material de construção, banco, padarias, lojas de roupas, armarinhos, sapatarias, imobiliárias, auto-escola, funerária, consultórios particulares, produtos agropecuários e laticínios.

Na zona rural existem armazéns, “vendas”, que comercializam grande variedade de produtos, destinados à subsistência dos moradores rurais.

Artesanatos

Tapete Arraiolo

A cidade de Florestal também é referência nacional na arte da confecção do Tapete Arraiolo. O artesanato e a técnica do tapete são antigos: receberam influência das culturas persa, indiana e espanhola, que mais tarde foram adotadas e aprimoradas na cidade portuguesa de Arrayolo.

Os tapetes aqui criados e produzidos são, em geral, mais trabalhados que os tradicionais e a vasta gama de cores utilizada desestimula a sua cópia. A longa prática na criação e confecção possibilita utilizar a melhor maneira de combinação de cores, o que facilita também identificar as tentativas de cópias dos desenhos.

O trabalho é bastante prazeroso e pode ser uma terapia, ainda que minucioso e demorado. Devido à longa tradição dos arraiolos em Florestal contamos com bordadeiras experientes que conhecem bem a segurança do arremate, a importância de um acabamento bem feito e a precisão do ponto: nem apertado nem frouxo demais. Tais características elevam a qualidade dos tapetes por produzidos. As bordadeiras são em geral donas de casa que bordam nos intervalos das tarefas de casa e complementam a renda da família. Para a maioria das famílias um aumento no rendimento familiar.

Tear Chileno

Com o tecido feito manualmente, nesse tear podemos confeccionar vários objetos decorativos: tapetes, passadeiras, jogo americano, painéis e objetos de uso pessoal: bolsas, cintos, calçados.

Réplicas e Artesanato em Madeira

Contamos ainda com artesãos que vêm trabalhando na fabricação de carruagem de tração animal para passeios turísticos e ecológicos; fabricação de réplicas de tratores e ainda confecção de brinquedos pedagógicos em madeira, tudo com uma originalidade surpreendente.

Usina da Barragem de Florestal

A Usina Hidrelétrica de Florestal foi construída por determinação do, então, Governador do Estado de Minas Gerais Dr. Benedito Valadares, sendo naquela ocasião seu Secretário de Estado, o Dr. Israel Pinheiro. A Usina foi construída antes da CEDAF e pertencia ao D.A.R. de Belo Horizonte.

O terreno de origem da usina era de propriedade do Sr. Martinho Alves, que foi adquirido para instalação da usina, cuja finalidade na época era fornecer energia elétrica para a Fazenda do Estado, que foi construída a partir da desapropriação de terras desde o período de 1936 até 1938, ocasião em que foi inaugurada a Fazenda Escola de Florestal.

A usina passou a fornecer energia elétrica para Florestal e posteriormente, para as fábricas de tecido de Pará de Minas, atendendo também aos distritos de Gameleira, Tavares, Maravilhas, CEDAF, Varginha, Cova Dantas e Valentim.

Foi inaugurada no dia 17 de setembro de 1938 pelo Prefeito de Pará de Minas, Francisco Valadares, que era irmão de Benedito Valadares. E funcionou de 1938 até 1983, quando foi desativada devido ao volume das águas que já não era suficiente para movimentar as suas duas turbinas.

Dizem que em certas horas do dia, a energia era tão fraca que um palito de fósforo iluminava mais que ela. Aconteciam quedas bruscas que até chegavam a queimar aparelhos e eletrodomésticos.

Desde a sua construção até a sua desativação, além dos benefícios da energia elétrica, a usina ainda contribuiu com seu reservatório de água para a recreação dos habitantes de Florestal, e até mesmo para a pesca de subsistência dos seus moradores.

A antiga usina é uma importante edificação com características de arquitetura industrial.

Desde a desativação da usina, o edifício estava entregue ao vandalismo e ao abandono.

A Usina da Barragem de Florestal foi tombada em 2005 pelo Patrimônio Histórico, foi restaurada. É único imóvel tombado em Florestal.

Fundação e Evolução da CEDAF

Inauguração da Escola

 

Iniciando a sessão falou o Governador, no dia 26 de abril de 1939, sendo longamente aplaudido. Em seguida, usaram a palavra o Cel. Idalino Ribeiro, em nome dos lavradores e criadores do Norte de Minas; o Sr. José Pereira Campos, pelos fazendeiros do Oeste; o Dr. Frederico Campos, pela Sociedade Mineira de Agricultura; o Dr. Álvaro Cardoso, em nome dos lavradores e criadores do Triângulo Mineiro; e finalmente o Doutor Bernadino Alves Costa, pelos fazendeiros da Zona Centro do Estado.

O Presidente Getúlio Vargas pronunciou aplaudido discurso, declarando inaugurada a Fazenda-Escola de Florestal e congratulando-se com o chefe do Governo mineiro e com os fazendeiros de Minas pela grande realização que acabava de ser entregue às classes produtoras do Estado.

Finalidade

 

A finalidade da Escola era proporcionar a todos os que lidam com a lavoura e com a criação, o aperfeiçoamento dos conhecimentos. Seria uma escola viva, admitindo como alunos pessoas já dedicadas aos misteres do campo, tanto administradores como simples operários, onde o aprendizado estava no lema: aprender fazendo e vendo fazer.

Também os fazendeiros teriam ali ensejo de um exame, estudo e observação direta de suas atividades rurais.

 

 

As comunidades Rurais e Povoados de Florestal são os seguintes:

 

Cachoeira das Almas ............................ a oeste

Camarões .............................................. a oeste

Gameleira ......................................... a noroeste

Marinheiro ............................................. ao norte

Tapera ................................................ a sudeste

Ribeirão das Lajes .......................... ao noroeste

Natividade .......................................... a sudeste

Mata ......................................................... ao sul

Fazenda Velha ......................................... ao sul

Facão .................................................... ao norte

Ribeirão do Ouro ................................ a noroeste

LAZER

 

Na Área de Lazer, Florestal apresenta Clubes Recreativos e Sociais, como o Clube da CEDAF (Clube Campestre); AESE, de uso exclusivo dos sócios; Xodó Clube; Campos de Futebol do Fluminense Futebol Clube e bons campos na zona rural; ribeirões do município; praças e jardins.

A oferta de equipamentos de lazer em Florestal é insuficiente.

Não há cinemas. Mas já houve um, antigamente.

As crianças não possuem local adequado para brincar e se divertir.

 

Praças

Praça Central...

O coronel Torquato de Almeida, que dá seu nome à nossa bela praça central, além de político de influência, era amigo pessoal e compadre de Valadares.

 

Fazenda Boa Esperança

Seja no jeito de falar ou de pensar, na maneira de trabalhar ou de descansar, seja pelas cores ou pelos sabores, pela arte ou pela história, cultivar tradições é nossa maior riqueza. Bem-vindo às Minas Gerais. Bem-vindo à Fazenda Boa Esperança.

Pertinho da Capital das Minas Gerais, na pequena e charmosa Florestal, a grande oportunidade de hospedar-se numa fazenda produtiva, tipicamente mineira, com todas as gostosas surpresas e incríveis delicias que esta qualidade sugere.

Estar na Fazenda é esculpir no imaginário uma verdadeira viagem ao Brasil rural do século XIX.

Fazenda Santa Rita

Capril Sanri

Fundada em 1994, com o projeto de implantação para caprinocultura leiteira em sistemas de confinamento, as atividades iniciaram-se com as infra-estruturas físicas, hidráulica e elétrica.

A Fazenda produz mais de mil quilos de queijos de cabra por mês, com seu rebanho de caprinos leiteiros.

Piallet grife que dá nome aos produtos fabricados na fazenda com leite de cabra, como os queijos.

Além de toda estrutura, os sofisticados queijos de cabra produzidos no Capril Sanri – do tipo Frescal e Chevrottin, Pecorino, Saint Chevrollin e Chevrille – abastecem grandes redes de supermercados como Pão de Açúcar, e hotéis como o Grand Hiatt – o seis estrelas do Morumbi (SP) – Mart Plus, Verde Mar, padarias sofisticadas como a Bonísima, entre outras, além de restaurantes como o Fasano, em São Paulo e Vecchio Sogno, em Belo Horizonte.

Fazenda Ribeirão do Ouro

 

Construída no século XVIII pelo Coronel João Alves no município de Pará de Minas-MG. Guarda em sua Capela o Altar feito de ouro, ouro encontrado no Ribeirão do Ouro e em Florestal, e o Ribeirão do Ouro tem esse nome por causa do ouro nele encontrado. A origem ou o nascimento de Florestal se deu nesta Fazenda. A pintura da Capela da Fazenda foi feita pelo Mestre Ataíde.

 

Fluminense Futebol Clube

 

O Fluminense Futebol Clube foi fundado pelo Sr. Geraldo de Pádua, com dezenove jogadores, no dia 1º de novembro de 1947.

O nome Fluminense foi escolhido por todos numa reunião em que estavam presentes a primeira Presidência e todos os jogadores.

 

Independente Esporte Clube

 

E como toda historia tem um inicio, este começou com um convite feito ao Sr. Rogério Duarte Torres (Rogerinho) e ao Sr. Frederico Martins de Sant´Ana (Fred), para que juntos formassem uma equipe para disputar um torneio de futebol socyte no clube campestre da CEDAF.

Eles escolheram a dedo as pessoas, sendo determinante na sua escolha, que os atletas tivessem um vinculo de amizade, companheirismo e união para vencer.

A partir deste momento no ano de 2000, precisamente no dia 15 de Janeiro foi fundado o INDEPENDENTE ESPORTE CLUBE, time que vem obtendo sucesso muitas vitórias e grandes alegrias, representando a nossa cidade de Florestal com muito amor.

E no primeiro ano já conquistou o seu primeiro titulo de uma serie, que vem sendo conquistadas por estes vários anos

 

As tradições de um povo

Quem é que não resiste a um prato bem feito em panela de pedra, num fogãozinho a lenha? Umas comidinhas cheirosas, fumegando, saídas do fogão neste instante?

A comida caseira, prato bem típico de Florestal é de dar água na boca de qualquer um.

 

Folclore

 

Para se conhecer um Município é preciso conhecer o jeito de ser de seu povo.

Este jeito se manifesta de diversas formas: no vestir, nas canções, nos folguedos e até no modo de falar.

Florestal é um município de pessoas falantes, anfitriãs, amigas, alegres e risonhas.

Uma das características marcantes é a cordialidade de seu povo que preserva as tradições mineiras de receber bem.

A alegria de nosso povo se vê estampada, principalmente, nas festas juninas, onde se comemora os três santos: Santo Antônio, São João e São Pedro.

 

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